O despertar.

Eu acordo e ele está no mais pesado dos sonos, enquanto eu corro pra desligar o despertador na maior velocidade que posso para que ele não acorde, ele se revira um pouquinho, respira fundo e pesa sobre a cama de novo. Eu chego perto, ele tem um quentinho fixo, 365 dias por ano, não importa se inverno ou verão, uma das muitas coisas que adoro nele. Ele dormiu com o moletom novo de novo, ele tem algum trauma com pijama. Eu encosto na mão dele e ele segura a minha, mas quando acordar não vai lembrar disso, já entendi que esse é um ato inconsciente. Fico um pouco mais e saio da cama querendo ficar por horas. Dou a volta no quarto, pego tudo que preciso pra que não precise abrir a porta uma segunda vez, cubro ele direito com o cobertor que se perdeu no meio da noite, dou um beijo no rosto quentinho dele que sorri de lado, sereno e inconsciente de novo, mas feliz. E meu dia fica bem melhor por causa dele e ele ainda nem acordou… Amor, pra mim,  é isso.

11 comentários sobre “O despertar.

  1. Julia disse:

    Lindo lindo lindo lindo (…)
    Vocês dois são apaixonantes! Tô boba com esse texto, simples e puro. Muito amor.
    E muito mais amor pra vocês dois, sempre e sempre. 🙂

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