Apaixonados por Música

Gente, boa noite!

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Primeiro, me perdoem a ausência, por favor… Vim dar uma dica pra vocês! Dia dos namorados está chegando e a Dzarm, através do Facebook e do Instagram, está promovendo um Concurso Cultural para celebrar a data…. Tudo que você precisa fazer é uma foto com seu amor representando o quanto vocês são apaixonados por música. O prêmio é muito bom, são dois iPods, dois fones Pioneer e um mixer!

Há umas semanas recebemos um convite do pessoal da Dzarm pra gravar um vídeo pra ajudar a inspirar vocês e o resultado vocês podem conferir aqui embaixo. Quem quiser participar, é só ir na página da marca no Facebook, conferir o regulamento e colocar a criatividade em ação. Boa sorte!

Bom fim de semana, pessoal!

Perguntei no Twitter: Shampoo seco funciona?

Acho que vou fazer isso mais vezes! Vivo perguntando coisas pro pessoal do Twitter e sempre rola uma interação super legal, vou começar a compartilhar com vocês… Ando curiosa pra saber se aqueles sprays de shampoo a seco funcionam, algumas leitoras ajudaram! Se quiser compartilhar sua experiência com a gente, pode comentar aqui 🙂

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O Pequeno Príncipe

Esses dias, via Twitter, dei algumas opções de posts e entre eles estava o pequeno príncipe que recebeu a maioria dos votos. Muitas pessoas querendo entender o porquê de eu amar tanto este livro (escrito em 1943) a ponto de eu tatuar uma referência a ele e muitas pessoas que não tinham sequer lido. Pois bem, eu explico e tenho certeza que vocês vão se apaixonar.

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(Minha coleção)

Exupéry, antes de começar o livro, se desculpa com as crianças, este não é um livro para elas. O Pequeno Príncipe é quase uma bíblia, um guia para pessoas de bem. É delicado e o principezinho, em suas voltas pelos mundos, encontra muita gente adulta e gente adulta é complicada demais. Encontra adulto que bebe pra esquecer que bebe, conclui que os adultos só pensam em números, se conhece alguém quer logo saber quantos anos tem, quantos filhos, quanto pesa, quanto ganha. Pouco importa sobre quantas árvores há no terreno de uma casa, quantos pássaros a rodeiam, se o telhado é bonito, querem saber quanto custa. Adultos são autoritários, precisam de explicações demais, adultos vivem com regras e eles sempre esquecem que já foram crianças um dia.

Todas as pessoas grandes foram um dia crianças – mas poucas se lembram disso.”

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A serpente que o encontra fala que é possível se sentir sozinho entre os homens.

Com o Príncipe, aprendi que é preciso ter e dar valor aos rituais, ritual para acordar, tomar banho, comer, acender uma vela… Rituais tornam as coisas simples mais especiais. No deserto, ele entende que o essencial é invísivel aos olhos, o que faz o deserto belo é que ele esconde um poço em algum lugar.

O Pequeno Príncipe ensina que é preciso exigir de cada um o que cada um pode dar, nem mais nem menos, é preciso respeitar as limitações de cada um. A raposa ensina sobre o que é cativar – é criar laços. E diz também que a gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixa cativar… é normal. Só se conhece bem aquilo que foi cativado e você será eternamente responsável pelas pessoas que cativou… Após cativar alguém, aquela pessoa que antes seria somente uma pessoa entre tantas pessoas, passará a ser única no mundo. É preciso respeitar os horários para que dê tempo de ser feliz, se espera alguém que vem às quatro da tarde, desde às três começará a ser feliz.

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Ao encontrar um vendedor de pílulas que matam a sede, ele vê que muitas vezes compramos coisas que são totalmente desnecessárias, durante a viagem se dá conta que as pessoas não aproveitam as pequenas coisas, preferem dormir a apreciar a paisagem pelas vidraças.

Com a rosa dele, que tem espinhos, aprendeu a amar, apesar da possbilidade de machucar. Foi o tempo que dedicou à sua rosa que a fez tão importante, a importância é proporcional à dedicação. Aprendeu que no amor, quanto mais se dá, mais se tem, que o amor é a única coisa que cresce quando se divide.

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Ao dizer que é preciso suportar duas ou três lagartas se quiser conhecer as borboletas, ele nos mostra que as dificuldades são importantes e que não se pode desistir, a recompensa sempre vale a pena.

Em suas viagens, ele aprende que a linguagem é uma fonte de mal entendidos, portanto, calar pode ser muito inteligente. Quanto está triste, ele assiste ao pôr-do-Sol e pode fazer isso muitas vezes ao dia dando voltas em seu pequeno planeta, as pequenas coisas são de graça.  Em suas andanças percebe que as pessoas que passam por sua vida, passam levando um pouco dele e deixando um pouco de si.

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O Príncipe acredita que trodas as estrelas são iluminadas para que cada um possa encontrar a sua. Ainda sobre as estrelas, ele diz que elas podem ter significados diferentes para as pessoas. Se para algumas são apenas luzinhas brilhantes no céu, para os viajantes, são guias. Para o negociante, são ouro e para os sábios, são problemas. Onde ele mora é muito pequeno e se perde entre as estrelas, ele não consegue explicar ao piloto como reconhecer seu asteróide e isso faz com que a serpente soria ao olhar pro céu após a despedida:

Quando olhares o céu de noite, (porque habitarei uma delas e estarei rindo), então será como se todas as estrelas te rissem! E tu terás estrelas que sabem sorrir! Assim, tu te sentirás contente por me teres conhecido. Tu serás sempre meu amigo (basta olhar para o céu e estarei lá). Terás vontade de rir comigo. E abrirá, às vezes, a janela à toa, por gosto… e teus amigos ficarão espantados de ouvir-te rir olhando o céu. Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!

O livro é cheio de pequenas pequenezas, são frases, palavras, pensamentos que se revelam a cada vez que se lê o livro, é livro pra ser lido e relido muitas vezes na vida. Cada lida é uma interpretação nova, o livro mostra o quanto os valores se perdem a medida que crescemos e nos ajuda a resgatar a criança dentro de nós e que fomos, nos ajuda a enxergar que não podemos endurecer tanto assim com a maturidade, o cotidiano, os problemas. Para mim, o livro é sobre isso, sobre não deixarmos a criança morrer apesar da idade adulta.

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O pequeno príncipe se despede do livro nos ensinando sobre morrer. É preciso que se morra aqui para que se possa viver em outro lugar. E que a morte nada mais é que deixar a concha, a carcaça para trás e que isso não pode e nem deve ser triste. Após morrer, o Pequeno Príncipe volta ao seu asteróide para cuidar de sua rosa e isso mostra que morrer fisicamente não impede com que seus valores continuem a viver na Terra, mas o último capítulo do livro sempre foi polêmico e até hoje existem muitas interpretações sobre ele, há dúvidas se o príncipe morreu ou não. Eu acho que ele desencarnou, abandonou o corpo, mas continua vivo como sempre. Até hoje.

Tu compreendes. É muito longe. Eu não posso carregar este corpo. É muito pesado.”

Mas será como uma velha concha abandonada. Não tem nada de triste numa velha concha…

Permaneceu, por um instante, imóvel. Não gritou. Tombou devagarinho, como uma árvore tomba. Nem fez sequer barulho, por causa da areia

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Imagens: Folha de São Paulo e Instagram

Franjas: um caso de amor e ódio.

A história está se repetindo, ano passado próximo ao inverno, me deu a louca e eu fiquei obcecada por franjas e cortei a minha, a cultivei por alguns meses até que parei de cortar e agora estou considerando a possibilidade de novo! Separei algumas inspirações pra quem estiver criando coragem pra passar a tesoura na polêmica franja… As chances de ficar uma porcaria sempre são grandes e é por isso que eu enrolo tanto!foto 4foto 2foto 1foto 3

Deixem a opinião de vocês, quero saber 🙂

O que é ser mãe pra você?

Pra hoje, propus uma brincadeira com algumas das mãe que conheço e pedi pra elas tentarem explicar o que é ser mãe. O resultado com fotos vocês podem conferir abaixo… Tem mãe que não consegue falar, tem mãe que faz poesia, mãe que diz ser inexplicável, mãe que fala pouco e mãe que fala muito… Todas elas tentando explicar o que esses seres são na vida delas e a transformação que eles trouxeram, achei lindo e vale a pena conferir. Quero agradecer a todas que participaram por terem me emocionado e terem feito desse post o meu favorito até hoje. Quero dizer que admiro as mulheres que vocês são e dar meus parabéns do fundo do coração porque ser mãe é se transformar em várias, é substituir todos os sentimentos ruins por bons, é ser superior, é ser melhor, é ser diferente. Aproveitem o dia de vocês! ❤

foto 2“Existem inúmeras respostas já prontas pra essa pergunta, mas acho que nenhuma consegue descrever realmente o que é ser mãe mesmo. Aquela coisa de ‘só sendo para saber’… Uma ‘experiência’ prematura pra mim, mas que não tem como imaginar mais minha vida se não tivesse acontecido. Costumo falar ‘Antes do Lucca e depois do Lucca’. Amor é pouco para definir o que é ser mãe, você viver em função de um pedacinho seu e ver a evolução todos os dias. Um sentimento puro e que a cada dia que passa a gente se apaixona mais.”

Tem mais Renata aqui: 500px InstagramTwitter

foto (1)“Ser mãe é ser corajosa. Ser mãe é perder o medo, e recomeçar a cada dia. Ser mãe é viver cansada e adorar. Ser mãe é descobrir que ninguém te contou que o tal amor incondicional pode não surgir imediatamente (mas ele não falha, ele vem!). No fim das contas, ser mãe é estar preparada pra tudo. É sonhar acordada.”

Mais Nathália em: InstagramCasa Da Mãe Nathália

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“Ser mãe é sentir. Se sentir mais mulher. Forte, feliz (muito feliz!) e cheia de vida. É lembrar daquele medo bem no início da gravidez e dizer “pra quê isso?” É ter orgulho de si mesma, podendo ver como você cresceu e aprendeu com um ser tão pequeno. É querer mais. Mais um, dois ou até três (se Deus ajudar). É rir por dentro (e também por fora), é sentir o coração bater, a alma dançar e a felicidade reinar! É amor. “De muito”. Daqueles que ardem, queimam e chega a dar febre (não, não são exageros. Acho que são coisas de mãe).

É esquecer de si, do corretivo de cada dia, do cabelo penteado, das unhas em perfeito estado e até daquela roupa preferida. É viver mais. Brincar na grama, sentar no chão, cantar cantigas, empurrar um elefante azul no tapetinho e até entrar na piscina de roupa e tudo. É não ter vergonha. É registrar enlouquecidamente cada momento do seu filho. E não adianta só uma foto. Existem mais de trinta com a mesma pose e o mesmo olhar, mas mesmo assim você fica na dúvida de qual ele está “mais bonito” – ora, em todas.

Ser mãe é ter força por dois. É se sentir o “power ranger” mais forte. É deixar de ser egoísta, é ter força para levantar naqueles dias difíceis e preguiçosos. É não dormir mais. É ficar plantada no berço para ver se ele está respirando. É vencer aquele cansaço, dor de cabeça e qualquer TPM. É não ter mais problemas. É querer fazer com que aquela febre, gripe, vacina, seja tudo em você (duas vezes mais forte), mas que não seja nele. É sorrir para o vento ao ver que a sua vida mudou (e você também, pra melhor). É querer depositar esse sentimento em cada pessoa do mundo, pois assim elas seriam mais completas. É se sentir preenchida ao ver aquele sorriso de gengiva, sem nenhum dente.

É ter medo do tempo, medo de perder algum momento especial. De não estar por perto, algum dia. Medo de saber que um dia vou ter que deixá-lo ir. Medo. Um medo bobo. Passageiro. Ser mãe é saber que nunca, nem jamais irei estar só. É se preocupar (mais ainda) com o próximo e amar mais (muito mais) a sua querida mãe. É começar a ver os verdadeiros valores e o que realmente importa na vida. O que não, quem. É conhecer o amor e se questionar “mas o que era aquilo antes?”. É saber o significado de um choro, de um olhar e de um gesto.

É conhecer todos os remédios e saber para o que cada um serve. É fazer o dia ter 48 horas (e ainda sobrar tempo). É ver como três horas passam correndo e como você queria um minutinho de pernas pro ar. É sentir. Tudo isso e ao mesmo tempo. É felicidade. E felicidade. E felicidade de novo. É a melhor coisa do mundo e da vida, é ser.

Só sendo.

Pra saber.

E ser.

Bem mais feliz.”

Mais Larissa em: Instagram Tumblr 

foto 1“Depois do susto de ler “positivo” eu comecei a sentir as sensações e as emoções maravilhosas de ser mãe, entendi que eu fui escolhida pra viver essa experiência maluca e ao mesmo tempo sensacional. Há um ano atrás, eu diria que não estava preparada, mas hoje digo que não me vejo mais sem minha pequena do meu lado, acordar todo dia com um sorriso sincero, ouvir a voz dela me chamando de mama, o carinho quando ela toca meu cabelo, a perna minúscula dela em cima da minha, os olhos – e que olhos maravilhosos, ela é puro amor! Sabe aquele amor inexplicável que nossas mães sempre falam que sentem? Sim, ele existe… E não tem sensação igual nesse mundo. Ela me completa.”

Mais Thammy em: Instagram 

foto“O que é ser mãe pra mim?

Sabe que essa pergunta é o tipo de coisa sobre a qual a gente só começa a refletir quando a maternidade é iminente. Eu nunca tinha planejado ter filhos. Não planejava, mas não quer dizer que não desejava.

Minha Mell aconteceu num remember com um ex-namorado. Tínhamos ficado 3 anos juntos, e depois de 1 ano separados (e eu vivendo em Bonito, no MS), nos reencontramos e o fatídico remember se deu por completo, e teve o único resultado que seria capaz de mudar a minha vida completamente, me fazer enraizar: a pequena Mell.

Eu era o tipo de mulher que matava a sede de viver com urgência. Como se a qualquer momento tudo fosse acabar, e eu não tivesse mais chance de fazer nada. Por isso ainda antes de terminar minha primeira faculdade, eu fui morar na Inglaterra. Depois de voltar  eu fiz muitos quilômetros, passei temporadas em outros lugares, fiz muitos novos amigos, visitei antigos, morei em Brasília, Bonito, conheci lugares, culturas, manias, camas e arquiteturas que muito ajudaram a compor a mulher que eu sou hoje.

Ao saber da gravidez, eu me vi sentada num corredor escuro, com um retroprojetor  apontando as façanhas da minha vida. Como uma leitura dinâmica do nosso livro favorito. Eu amava poder ser daquele jeito, ir e vir como bem me conviesse, mas sabia que tinha chegado a hora de sossegar. Eu tinha de me aconchegar num canto, e preparar minha vida e o meu mundo pra chegada da minha filha.

Falando assim dá pra notar que a maneira como eu vivi essa divisão de águas não foi romântica como as estórias que costumamos ouvir. Eu recebi essa mudança com tranquilidade e muito amor, mas foi um trabalho duro de desprendimento e de busca. Eu precisava encontrar a mãe em mim, a mãe que eu nunca havia tirado da caixa, que eu nunca havia pensado sobre.

Durante a gestação eu fui me reinventando. Resgatei alguns valores que eu julgava importantes na construção do meu novo eu, a Maya mãe. Não foi fácil, tendo a atitude que eu tinha diante da vida, passar a ver as coisas de maneira passiva e não ativa. Mas a razão era sublime. Naturalmente foi nascendo em mim novos sentimentos, novos conceitos, novos comportamentos.

De repente eu passei a perceber que eu tinha realmente me tornado outra pessoa. Meus amigos notavam a mudança e comentavam. Minha família também. Eu tinha de fato conseguido extrair de mim toda aquela insaciável vontade de sair por aí sem tempo pra voltar, e no lugar eu instalei uma pessoa acolhedora, que via as coisas com parcimônia e frugalidade, coisas que eu julgava imprescindíveis em uma mãe.

Então, ser mãe pra mim, é receber esse presente com o devido respeito. É ter a sensibilidade de perceber o que é necessário mudar em si, para praticar o melhor para o seu filho. É ter coragem e força de mudar, de trocar as coisas por outras coisas. É ter o coração aberto e generoso, para que o serzinho que vem seja recebido com toda a pompa e circunstância, todo o amor e toda a alegria que a gente puder sentir, e doar. É aprender, partilhar, se  reinventar. Ser capaz de ser todas as pessoas em uma só, pra que o que quer que seja que seu filho precisar, você de alguma maneira conseguir suprir, ou pelo menos fazer com que ele pense que sim.

Uma vez eu li que quando nasce um filho, nasce também uma mãe. Pra mim foi exatamente assim. Mas ao invés de planejar a gravidez e viver o “projeto” em fases, eu planejei a mãe. Fui me construindo, e quando a Mell nasceu eu estava pronta pra ela. E a cada mês, a cada ano, eu vou exercitando e aprimorando novas técnicas.  Ser mãe é isso. É abrir mão da liberdade de uma vida em que as consequências das escolhas eram apenas minhas, pra assumir o esteio da vida de uma outra pessoínha. Foi minha maior conquista. E a melhor.”

Mais Maya em Instagram

foto 1“Ser mãe mãe é um mix de sentimentos, algo que vai daqui até a lua, vai e volta várias vezes – sem parar. Uma mistura de querer proteger pra sempre, e ao mesmo tempo deixar livre pra vida, pro amor. O amor…é o amor. Aquele verdadeiro sabe? Que ninguém pode dar pitaco, que só quem é mãe sente, que só quem é mãe sabe. Ser mãe é ter medo por você, ter medo por eles também – é ter medo do que jamais teve – de altura e injeção, por exemplo.

Mãe não é um substantivo, é um adjetivo. Mãe é além de adjetivo, um sinônimo, deveria estar ao lado da palavra verdadeiro no dicionário.

Ser  é aquele frio na barriga que dá quando eles escorregam na hora do banho, quando engasgam com água ou batem a cabeça. Tudo é mais colorido, tudo brilha mais, faz mais sentido. Agradeço diariamente por cada sorriso sincero que vejo no rosto dele.

Isso é ser mãe!”

Mais Flávia em: Instagram Twitter Tumblr

foto 2“Ser mãe é ter a mania de levantar e conferir a respiração, só para ter realmente certeza de que tudo está ok. É se sentir um tipo de ‘mulher maravilha’ só por saber que nos seus braços é que seu filho se sente realmente seguro. É temer a morte. Não por simplesmente não poder mais viver, e sim por ter medo de não poder vê-lo crescer. É desejar que aquela febre ou dor de cabeça, fosse mil vezes mais forte. Só que em você e não nele.

É imaginar a emoção de ouvir o primeiro “mamãe, te amo.” e lembrar com lágrima no olho, como o momento mais feliz da vida, foi ao mesmo tempo o mais doloroso e confuso. É se sentir amada porque você chegou em casa e lá está um par de bracinhos abertos e uma boca ainda sem dente num sorriso lindo. É matar a saudade de um dia inteiro de trabalho com um cheirinho tão singular. É aqueeele cheiro. É amar sem conseguir medir. Sem enteder. Sem cobrar. É amar porque não existe nada mais importante no mundo. É saber que cada pedacinho perfeito, se formou dentro de você. E é assim… Um pedaço seu. Uma ligação forte e única. Ser mãe é simplesmente amar de todo coração.”

Mais Catarina em: Instagram

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“Ser mãe é acordar já cedo, brava (dependendo de quão cedo é) olhar para o lado e ver uma pessoinha pequena sorrindo pra você e nem lembrar mais o porque de ter acordado brava. É ficar horas procurando receitas novas de papinhas, pra não enjoar (mesmo que ela não saiba o que é enjoar), é colocar um travesseiro fofo entre os braços dela, enquanto ela dorme (mesmo que ela não saiba que abraçando um travesseiro o sono fica mais gostoso), é achar a temperatura ideal da água da banheira, pro banho relaxar (mesmo que ela não saiba que aquela é a temperatura ideal), é procurar a roupa mais quentinha e cheirosa pra se sentir confortável pra brincar durante o dia (mesmo que tanto faz, ela vai rolar no chão com qualquer roupa, e até sem ela), é fazer o melhor suco de laranja pra ficar docinho (mesmo que se não tiver laranja, ela vai tomar só água mesmo, ou o que tiver de gostoso ali dentro) é fazer cóceguinhas a todo momento, pra ouvir aquela risada gostosa (só pelo seu prazer de ouvir a risada, hehe) é aconchegar no colo, cuidadosamente pra ela não ficar torta, e quem sabe com alguma dorzinha de mal jeito (mesmo que ela não saiba que esta de mal jeito) é brincar de avião na hora da papinha, cantar todas as músiquinhas mais insuportáveis do mundo, fazer de conta que o berço é uma nave espacial, que o bicho de pelúcia é um monstro, que o lençol é uma cabana, que a água do chuveiro é chuva, que a papinha de todos os vegetais ruins é a coisa mais maravilhosa que existe.

Ser mãe é uma coisa tão imensa que não cabe aqui. Nem no coração, nem em uma foto. Então a gente coloca um pouquinho desse sentimento em cada pedacinho do dia dela, pra ela ver o quanto é amada.”

Mais Sarah em: TwitterBlog (recomendo!)

E agora por último e mais importante, minha mãe! A mulher mais especial que eu já conheci, de coração enorme, justa, amorosa, forte e linda, muito linda. Ela que me ensinou a amar e me ensinou a ser mulher, me ensinou sobre respeito, sobre decência. Ela continua me ensinando todos os dias sendo apenas meu melhor exemplo e é minha melhor amiga, se faz presente na distância, me trata como mulher e como criança, troca experiências comigo ao mesmo tempo em que me trata como se eu nunca tivesse passado dos cinco anos de idade. Ser mãe deve ser isso, deixar ir sem nunca deixar. Obrigada, mãe, a mulher que eu me tornei tem muito de você!

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“Ser mãe é esquecer de tudo e só ter olhos pra elas quando são bebês. É ir a noite até a cama delas para ver se estão respirando. É sentir um alívio quando na madrugada ouve o barulho da chave abrindo a porta. Ser mãe é ficar triste quando elas estão tristes. É vibrar com suas conquistas e ficar aborrecida quando pisam na bola. É não gostar de dar bronca mesmo quando necessário. É ser imitada por elas quando são crianças e dividir as coisas de mulher quando já estão adultas. Ser mãe é ficar se achando quando acham que elas são suas irmãs. Ser mãe pra mim é isso… É acreditar na educação que vc deu a elas e fazer o que dá pra que elas sejam felizes.

Hariana e Manoela, amores da minha vida. Obrigada!”

Mais Carlise em Instagram

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Look do Dia #9

Desculpa, gente!!! Preciso começar o post assim, faz mais de uma semana que não posto e acabei de me dar conta que faz mais de um mês que não divido por aqui os looks de vocês, estou com vários no “estoque”… Vou me redimir nos próximos dias, prometo!

A primeira de hoje é a Alinne Soares que tem 22 anos e mora aqui do ladinho de São Paulo, em Itaquaquecetuba. Ela é uma fofa sempre está interagindo por Twitter e por Instagram, ela mandou três looks e disse que a inspiração pra eles foi o esse post aqui. Adorei saber que ajudei de alguma forma!

look1 look3 look9Quem quiser mais da Alinne, tem aqui: Instagram Twitter

A outra leitora do dia é a Alessandra Welter de 21 anos, gaúcha, mas morando atualmente em Balneário Camboriú (SC). Ela mandou dizendo que estava se enrolando porque acha o biotipo complicado de tirar foto, pode isso? Não existe biotipo pra tirar foto, menina… e você é linda! Adorei seus looks, parece prezar pelo conforto assim como eu e a Alinne aqui em cima…

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O primeiro look foi escolha pra um dia de faculdade, moletom H&M, shorts Missbela e bota Ivaice by Sandra.

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O segundo é pra dar uma voltinha em um dia de Sol, blusa Jana Prado, shortinho de renda Ssang Bang Wool e rasteirinha da Melissa.imagem 3O terceiro foi pra jantar com o namorado, blusa Lola e sandália Schutz.

Ela não mandou nenhum contato externo, então só tem Alê por aqui mesmo! 🙂

Eu adoro ver os looks de vocês, acho legal compartilhar e ver que ninguém precisa de bolsa Chanel e sandália Louboutin pra fotografar o look. Legal mesmo é ver gente de verdade com um armário de verdade. Obrigada a todas que participam aqui!

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