Não existe padrão pro amor.

 

Aqui em casa a gente é super desapegado com datas, se você perguntar há quanto tempo estamos juntos, nenhum vai conseguir responder sem antes dar uma contadinha nos dedos.

Já ouvi amigos achando muito estranho que a gente durma com cobertas separadas, mas a gente faz isso por amor, não é legal brigar por um pedacinho a mais de pano durante a noite. Muitos casais têm a prática de irem dormir juntos, mesmo que um não esteja com sono, os dois deitam por amor.  Aqui em casa não, eu durmo bem mais cedo e é justamente por amor que nunca me importei por ele não deitar comigo, é o tempo dele, o sossego dele, a criatividade dele, tudo vem na madrugada e eu quero que ele aproveite. Não me incomodo em dias de  jogos de futebol, a casa tem outros cômodos e são só 90 minutos,  peço licença e deixo ele  xingando o juiz… Ele não bebe, eu gosto de uma bebidinha de vez em quando, ele odeia o ~bafo~ de álcool, mas me deixa em paz com minha taça sem fazer cara feia. Já respondi muitas vezes a pergunta “você não tem ciúme das viagens dele?”, claro que não tenho. Eu o conheci viajando, eu entrei na vida dele pra somar e não pra modificar, ele precisa da estrada, deixo ele ir – ele sempre volta! A gente tenta ver seriados juntos, mas isso só dura um ou dois episódios, há quem ache que amor é esperar o outro pra ver junto, pra gente amor é deixar o outro fazer o que quer na hora que tiver afim, nunca conseguimos terminar um seriado ao mesmo tempo. Amar não prende e não vigia, nunca mexemos no celular um do outro, nunca. Entendemos muito claramente que não existe nada no mundo que nos obrigue a estarmos juntos além da nossa vontade de assim estar e ficar, pra que prender?

A gente não fala “eu te amo” com uma frequência muito alta, mas a gente sabe que é amado todos os dias. Nosso amor não se manifesta em forma de “eu te amo” e “eu também”. Nosso amor se manifesta quando ele para o que tá fazendo pra resolver meus problemas tecnológicos, quando eu cuido dos e-mails de trabalho dele. Se manifesta quando ele tenta me acalmar, quando eu acordo no meio da noite e o cubro. Se manifesta até nas nossas brigas que não duram, se manifesta quando fazemos planos, quando escolhemos a janta, quando a gente sente que o outro não está bem sem precisar falar. Nosso amor se manifesta em coisas pequenas, mas que pra gente são gigantes! É dia dos namorados e isso quer dizer muito pouco ou quase nada pra gente, mas achei interessante observar nas declarações de hoje como as formas de amar são diferentes e isso não quer dizer que alguma seja errada ou certa. A gente ama como nos faz bem e quando encontramos alguém que ama parecido, é um sinal grande de que a vida quer que a gente seja feliz. Quem vê de fora pode achar estranho, mas a gente se respeita antes de tudo e respeitar o outro é preservar a individualidade dele e em uma relação, entendemos que não é necessário virar um só e sim virar, naturalmente, uma dupla imbatível! E é assim que eu enxergo a gente, uma dupla imbatível e capaz de tudo. Obrigada por me aceitar como sou, te quis e te quero exatamente como é. Tem funcionado desde 2011 e espero que funcione por muitos anos até que fique impossível fazer as contas nos dedos… <3

“O amor é isso. Não prende, não aperta, não sufoca. Porque quando vira nó, já deixou de ser laço.” (Mário Quintana)

Dia dos Namorados: dicas de presente

Eu quase nunca fiz post de sugestão de presentes porque acho super pessoal, é difícil dar dicas genéricas para presentear quem não conheço, né? Já que cada um é cada um, a chance de acertar é menor, mas tentei escolher coisas bem genéricas e o melhor: vale tanto pra homens quanto pra mulheres. Melhor ainda: pode comprar pro namorado ou pra namorada, mas pode também comprar pra si mesmo porque é só dica mara!

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01. Bonecos Pop Funko: tenho vários e todas as vezes que posto algum no Instagram, pessoas de todos os sexos e idades perguntam onde comprei. Já comprei em muitos lugares, mas achei esse site aqui que tem MUITOS, segurem o cartão haha

02. Vale Tatuagem: acho que todos os estúdios fazem vales, procurem algum estúdio da confiança de vocês e troquem uma ideia com o tatuador sobre os valores possíveis. Só vai sair meio caro se a pessoa quiser fazer uma mega tatuagem, mas acho um presente legal. Eu adoraria receber!

03. Jantar: Esse é pra quem não se importa em jantar em lugares  muitos cheios, geralmente todo dia 12 de junho os restaurantes estão cheios! É um presente legal, aqui em casa algumas vezes a gente já abriu mão de presentes pra comer em um lugar legal em datas comemorativas. Dica: se você quiser  jantar fora, reserve a mesa JÁ! Ah, vale também cozinhar pra pessoa amada se você tiver dotes culinários.

04. Carregador portátil:  Utilidade pública!!! Cada vez as baterias duram menos, é muito aplicativo pra pouca bateria, né? Um carregador portátil é um presente super útil e ainda garante a comunicação quando ficarem muito tempo longe, né? Nesse artigo aqui achei dicas de 10 carregadores, escolham à vontade :)

05. Pôsteres “meigos”:  Sou apaixonaaada por esses pôsteres, já fiz um post aqui no blog falando do meu quadrinho do “foda-se”, mas tenho os 3 pôsteres, minha casa é cheia de palavrões floridos. Acho que é difícil alguém não se render! Os três são dessa loja aqui, mas vem sem moldura. Tem que emoldurar ou comprar as moldurinhas prontas, também já dei a dica aqui uma vez, tem pra vender na Tok&Stok nas versões preta e branca.

06. Discos de vinil: Mesmo que a pessoa não tenha vitrola, ainda acho um presente legal. Alguns vinis são até decorativos! É um desperdício, mas também dá emoldurar a capa e pendurar o próprio disco na parede, fica um charminho, <3. Aqui em São Paulo vejo bastante pra comprar nas lojas da Livraria Cultura.

07. Cinema: Cinema não sai de moda, escolhe um filme que os dois gostam – pelo menos hoje o consenso precisa rolar, é difícil, eu sei – comprem um combo de pipoca e divirtam uma noite gostosa. O que importa é estar junto, né?

Espero que tenha dado pra ajudar quem estava meio sem ideia por aí. Ajudei? :)

Beijo, beijo!

Meu segundo vídeo: não sou a pessoa feliz do Instagram.

Oi, gente! O segundo vídeo saiu, ainda com a cara lavada, ainda com a webcam podre, com o áudio mais ou menos, com a luz cagada e sem edição. Eu estou reformulando minha vida, minha rotina em breve vai mudar e a ideia é ter tempo pra me dedicar mais pra algumas coisas, entre elas: vídeos decentes. Como eu decidi parar de esperar o momento perfeito para fazer as coisas, gravei o segundo vídeo mesmo com recursos limitados porque quem não quer dá desculpa e quem quer dá um jeito, certo?

O texto que cito no fim do vídeo é esse aqui. É isso, se quer ver mais vídeos, se inscreve no canal pra sempre ser avisado quando tiver algo novo por lá :)

Beijos!!

As colagens de Ben Giles

Ben Lewis Giles é um artista multifacetado do Reino Unido, suas obras têm formato variado como: esculturas, fotografias e colagens. Esse último formato foi o que mais me encantou! Precisei dividir esse trabalho lindo com vocês:

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Eu juro que o talento de algumas pessoas é uma coisa que me choca demais. Acho impressionante o quanto uma mente humana pode fervilhar criatividade. Trabalho lindo, delicado e, apesar de florido, nada clichê.

Se você gostou, compartilha? Me ajuda bastante :)

Um beijo!

O que te faz diferente, te faz linda

Winnie Harlow é o nome artístico da modelo Canadense, negra que tem 20 anos e vitiligo desde os 4, cresceu sofrendo forte bullying na escola… Era chamada de zebra, de vaca e de outras coisas não muito legais para uma criança. Ela poderia ter se tornado uma pessoa deprimida, triste, podia ter deixado esse trauma e a doença regerem o andar da sua vida, mas não. Após o ensino médio ela aceitou o que a fazia diferente e se tornou uma modelo INCRÍVEL e linda, fez do limão uma limonada. O que a faz diferente e para seus colegas de infância feia, a faz linda! Foi descoberta em 2014 no American’s Next Top Model e tem toda a minha admiração por se amar como é. É impossível não achar essa mulher sensacional.

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Beijos e bom domingo a todos!

Venâncio Filho e a Aurora Boreal

Ano passado um amigo muito querido, meu filho mais velho que eu, fez uma viagem incrível! Foi sozinho encontrar desconhecidos, com uma mochila nas costas, em busca de realizar mais um sonho. Venâncio Filho é fotógrafo e mora em Curitiba. Sempre achei muito legal ele ter partido pra Noruega em busca de uma boa foto do céu, ele foi caçar a aurora boreal e eu fiz algumas perguntas pra ele sobre essa expedição fotográfica e ele me respondeu com tantos detalhes que me fez até chorar. Estou muito feliz em ter o aval dele pra dividir com todos vocês. Antes da entrevista, uma explicação rápida do nosso amigo Google sobre o fenômeno que ele foi buscar:

“A aurora boreal é resultado da energia liberada por campos magnéticos solares. Na Terra, essa energia interage com oxigênio e nitrogênio para produzir um show de luzes vermelhas, verdes e roxas.

Ao longo do post, divido com vocês algumas dos registros que ele fez na viagem.  Vamos começar!

Hariana Meinke: De onde você tirou a ideia de viajar pro norte europeu pra tentar fotografar a aurora boreal?

Venâncio Filho: A Aurora Boreal sempre me fascinou. É de longe o fenômeno natural que mais me chama a atenção desde que comecei a me interessar por essas coisas e a tentar entender um pouquinho da física por trás de tudo. Chuva, vento, arco-íris, enfim… tudo que envolve o “mundo natural” sempre despertou minha curiosidade, antes mesmo de eu pensar em ser fotógrafo. Mesmo eu sendo um zero à esquerda com números, a Física era uma das minhas matérias preferidas no colégio por causa da parte teórica, que me ajudava a entender o mundo lá fora.

Bom, avançando um pouco na história: eu estava em mais uma daquelas noites de pouco sono, navegando aleatoriamente na internet, um link leva a outro, e de repente comecei a ver videos em time lapse da Aurora Boreal. Me deu um estalo: procurar fotógrafos brasileiros que já tivessem registrado esse fenômeno, porque a maioria dos que eu já conhecia eram noruegueses, finlandeses, suecos, enfim… europeus que tem acesso mais fácil aos locais onde a Aurora costuma ocorrer. Nisso acabei, muito sem querer, no site da Aventura Boreal. Um grupo que seria liderado pela Claudia Regina (fotógrafa de Curitiba que mora no Rio, se não me engano), explorando a Noruega, “caçando” a Aurora Boreal. A viagem aconteceria dali há quase um ano, mas na mesma hora eu já entrei em contato pelo site pedindo mais informações. Na época minha mãe havia falecido há pouco, e eu havia recebido algum dinheiro do seguro de vida dela… automaticamente pensei: “vou gastar com algo que minha mãe me daria de presente em vida, se ela pudesse. Vou realizar um sonho de infância!”.

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HM: Você sabia que existia o risco de investir uma grana, viajar e não conseguir ver, certo? Estava preparado pra isso?

VF: Sim, esse risco era bastante real! Tanto que, dos 3 grupos que foram formados para a expedição no ano em que eu fui, apenas os dois primeiros conseguiram presenciar a Aurora. O meu foi o segundo. Na verdade, seria o primeiro, mas devido à procura, outros foram abertos. Um antes e outro logo depois do meu. Mesmo sabendo que havia esse risco, eu estava bastante confiante. Escrevi para um fotógrafo norueguês que sigo no Facebook, falando sobre a época do ano em que eu ia pra lá, contando alguns detalhes, e ele me respondeu dizendo que aquela era a época do ano mais favorável. Existem alguns detalhes que precisam estar em consonância. Atividade solar alta (tempestades solares) nos dias anteriores, céu limpo, etc… enfim, não dá pra prever com muita exatidão quando e onde as Luzes do Norte vão aparecer. Uma semana antes da viagem, todo o grupo estava no Facebook ansioso por notícias do grupo anterior. Até que eles finalmente começara a enviar as primeiras fotos da Aurora, e fui ficando mais tranquilo. De qualquer forma, até o momento em que eu realmente vi a coisa acontecendo, eu não tinha certeza de nada!

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HM: Como você encontrou o grupo com quem você viajou? Pode explicar um pouco sobre como funciona? Aconselha ir sozinho ou o grupo é realmente a melhor opção?

VF: Existe muita gente que vai sozinha! Eu nunca fui fã de viagens em grupo dessa maneira, por agências. Geralmente tem roteiros pré-determinados, alguns programas chatos, e eu não sou exatamente a pessoal mais social do mundo! Mas nesse caso específico, era uma excursão de fotógrafos, especialmente organizada para caçar a Aurora Boreal, então foi mais tranquilo. Se não me engano eu fui o único a sair de Curitiba, então encontrei a maioria do grupo no aeroporto em São Paulo. Alguns poucos outros eu só conheci já em Oslo, na Noruega. Até então só tinha contato com alguns deles pelo grupo que foi criado no Facebook.

Outra vantagem importante de ter feito essa viagem em grupo foi o transporte. Para visualizar melhor o fenômeno, é preciso ir para o interior do país, onde não há poluição luminosa. Então no final da tarde nós saíamos do hotel em um ônibus fretado, que dirigia noite e madrugada adentro por estradas estreitas e pouco iluminadas, repletas de gelo e neve, fazendo paradas para observar o céu e esperar. Sozinho, com um carro alugado, teria sido inclusive perigoso fazer essas saídas, eu acho.

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HM: Você consegue descrever a sensação de quando você viu pela primeira vez o colorido no céu? Conseguiu ver a olho nu ou só pela câmera?

VF: Olha, eu já tentei muitas vezes. Mas é muito difícil. Existem alguns videos em time-lapse que se aproximam bastante no quesito visual. As fotos são coisas completamente diferentes. Eu pensei numa analogia pra tentar explicar essa diferença. Imagine que você está vendo um espetáculo de dança no teatro. Pense na sua experiência visual, uma bailaria rodando pelo palco. Agora imagine uma foto dessa bailaria feita com longa exposição. O que você verá como resultado é um traço dos lugares por onde essa bailarina passou, entende? É isso que as fotos são. Registros dos traços por onde a luz dança no céu. No começo da Aurora, nos primeiros segundos, ela só é visível pela câmera, em longa exposição. A primeira foto que a gente faz, no tripé, escuridão total e um frio desumano, é um susto! Porque o céu está negro, mas a foto mostra alguns riscos verdes! A olho nu você percebe que tem algo diferente, como se fosse uma névoa… algumas estrelas parecem estar borradas, então você sabe: ali está a Aurora. Mas de repente, como se fosse um nascer do sol, ela começa a ser visível aos olhos. Uma pontinha verde, como se fosse a ponta de um tecido que de repente se desdobra, como se o vento estivesse levando esse pano verde (azul, lilás, vermelho, rosa…) numa verdadeira dança. A coisa toda não durou mais do que 15 minutos, na primeira vez que eu vi. E tenho exatas 8 fotos dessa noite. Cada uma delas levava 20 ou 30 segundos de exposição para ficar pronta, e teve um momento em que eu larguei a câmera no tripé e me deitei na neve, passando os últimos minutos com um sorriso de orelha a orelha, só observando, pensando na minha mãe, vendo aquelas cores todas dançando no céu… E de repente ela vai sumindo, às vezes aparece de novo em outro canto do céu, por trás de outra montanha… e isso tudo foi já na primeira noite em que saímos para a caçada! Foi muita sorte! Destino, ou como queiram chamar. Sei que foi mágico. Clichê, mas não tem outro termo que explique melhor.

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 HM: Além da câmera cheia de fotos espetaculares, o que mais você trouxe na sua bagagem e que leva até hoje?

VF: Bom, a Noruega é um caso à parte. Se não me engano é o maior IDH do mundo, e só por esse dado você já pode imaginar mais ou menos como é a experiência no país. O lado ruim, para nós turistas brasileiros, é que as coisas são todas bastante caras. Além da experiência da Aurora, fiz algumas outras coisas legais, como andar nos trenós puxados por huskies. Parece um pouco cruel, algumas pessoas se negaram a fazer o passeio… mas alguns desses cachorros são acostumados a puxar os trenós até a Dinamarca! Eles são bem tratados e adoram correr. Nesse mesmo dia eu comi uma sopa de carne de rena. Bem, bem ruim. Trouxe na bagagem alguns vinis de bandas de metal também (afinal de contas, é a Noruega!), mas o fato de ter ido tão longe, realizado um sonho de infância, algo que parecia muito, muito distante quando eu era pequeno e (não existia internet!) dependia de matérias esporádicas no Fantástico ou na Superinteressante pra conhecer, é inesquecível. Hoje trago comigo ainda mais forte um respeito muito grande pelo universo, a consciência de que somos uma parte de um todo muito, muito maior.

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HM: Qual foi a sua maior dificuldade? Era um frio bem intenso, né? Isso foi um fator complicador?

VF: Dificuldade foi armar o tripé de metal naquele frio, tendo perdido meu par de luvas na primeira noite! E sempre deixava pra depois pra comprar outra (havia uma loja ao lado do hotel, foi burrice minha mesmo). Sério, a minha mão colava no metal do tripé quando eu descia do ônibus. O curioso é que o termômetro do celular mostrava temperaturas próximas a -2 graus. Não é nada absurdo, eu já vi -5 aqui em Curitiba! Mas lá fora, no vento, de madrugada, em meio ao nada, com neve caindo… não é fácil, mesmo. De qualquer forma, era só alguns momentos por noite, fora do ônibus. Eu vestia uma segunda pele completa (calça e camisa), mais uma calça jeans e uma calça impermeável, blusa de lã e jaqueta impermeável, além do gorro e as luvas que perdi. Não chega a ser um frio proibitivo, mas a galera do país tropical bonito por natureza deu uma chorada, sim!

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 HM: Pode dividir algumas das fotos com a gente?

VF: Não.

Sim, ele é bem engraçadinho às vezes, mas claro que dividiu as fotos com a gente! Preparem-se, imagens FORTES:

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 É ou não é de se emocionar com esse relato todo e essa obra de arte da natureza?? Fica aqui, mais uma vez, meu MUITO obrigada a esse amigo mais que querido. E pra vocês que ainda ficaram curiosos, aqui tem outras fotos dessa experiência dele.  Tem mais Venâncio no Instagram também, vale a pena seguir! :)

Quem gostou pode curtir e compartilhar aqui e ajudar a fazer esse trabalho lindo rodar, né?

Bom final de domingo e boa semana pra todo mundo!

A arte de Fabian Ciraolo

Frida Kahlo com camiseta do Daft Punk? Salvador Dali com a camiseta do Vampire Weekend? Dalai Lama curtindo um som? Che Guevara hipster, Cleópatra pagando peitinho? Parece loucura, mas são só algumas das ilustrações do artista chileno Fabian Ciraolo que brinca com figuras famosas do universo pop e nos entrega imagens sensacionais como essas:

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Fabian, que mente é essa, amigo? haha